Conteúdo do curso
Como programar a BitDogLab
Vamos aprender sobre o MicroPython, a IDE Thonny e realizar exercícios básicos para a BitDogLab!
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Luz e Cor com LEDs
Vamos explorar como podemos programar a BitDogLab e usar seus LEDs de forma colorida. Haverá um exemplo de programação no final de cada conteúdo resumindo os assuntos abordados. - Interface sem código: https://bitdoglab.webcontent.website/ide-interfaces/neopixel/
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Introdução prática à BitDogLab
    Sobre a Aula

    Como visto no Capítulo 2 do Módulo 1, a BitDogLab possui um painel compatível com garras jacaré ou parafusos, descrito abaixo.

    Os terminais da peça acima estão conectados nos seguintes pinos:

      • 3 a 0, na esquerda: GP3, GP2, GP1 e GP0 do Raspberry Pico
      • 5V-VSYS: Tensão constante de 5V (tensão do sistema)
      • 3V3: Tensão constante de 3.3V
      • Ambos GND: Ligação direta com o terra do sistema
      • ANA-IN: Entrada para sinal analógico do microfone

    Para conectar um dispositivo a esses terminais, pode-se usar garras jacaré conectadas às saídas dos pinos desejados, ou parafusos, que resultam em uma conexão mais segura e menos ruidosa. Com esses terminais, é possível expandir os horizontes dos seus projetos com a BitDogLab!


    Primeiro, vamos falar dos pinos GP0 a GP3. Esses são pinos de uso geral (GPIO), que também podem ser utilizados para comunicação I2C e como saídas PWM!

    Com eles, você pode controlar circuitos elétricos simulando sinais analógicos, como visto na seção sobre modulação de largura de pulso do Capítulo 2 do Módulo 3, para manipular com mais finura e precisão as intensidades de sinais de saída.

    Além disso, também é possível usar o par 0 e 1 ou 2 e 3 para estabelecer um canal de comunicação inter-integrada, também conhecida como I2C; aprofundamos no tópico de comunicação I2C no Módulo 10


    Em segundo lugar, temos os pinos à direita da imagem. Esses pinos são importantes por estabelecerem sinais de referência para tensão, além de funcionarem como saídas constantes da nossa placa!

    Podemos usar as GPIO juntamente aos pinos GND ou 3V3 para realizar operações lógicas com base em sinais de entrada nos nossos códigos, por exemplo ao conectar a GP3 com um botão e um resistor em série com o 3V3.

    Por fim, temos o terminal ANA-IN, cuja função é a entrada do sinal de um microfone externo. Como vimos nos componentes da BitDogLab, contamos com um microfone integrado conectado à Raspberry Pico por um jumper; esse jumper pode, alternativamente, ligar a entrada ANA-IN ao pino do microfone na Raspberry Pico, o que nos permite conectar um microfone mais especializado ou outro tipo de dispositivo que emite um sinal analógico para usarmos nos nossos códigos!

    De fato, as possibilidades são intermináveis!

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